Notas sobre essas notas: Essas notas são antigas. Foram originalmente escritas na encarnação anterior da minha página. Estou mantendo-as aqui para que não se percam (não que se estaria perdendo grande coisa). A partir de agora, notas desse tipo serão publicadas no meu blogue que não é exatamente um blogue.
Eu acho que não posso ter um blog de verdade. Não ia dar certo. Mas, ocasionalmente, eu também tenho comentários pertinentes sobre coisas aleatórias. Então, cá estou, sete de junho de 02006, 19h 21min, cheio de coisas para fazer, mas perdendo um tempo para escrever estas linhas.
Eis, pois, minha página com comentários, opiniões, notas e observações esporádicas sobre assuntos diversos.
Abril de 02009
Dia 30
Barrack Obama é o 44º presidente dos EUA. Na história daquele país, quatro presidentes foram assassinados. Isso quer dizer que praticamente 9,1% dos presidentes dos EUA foram mortos (de morte matada) enquanto estavam no cargo. Outros 11 presidentes americanos morreram de causas naturais (morte morrida) durante seu mandato. Isso resulta num número impressionante: mais de 1/3 dos presidentes dos EUA morreram enquanto ocupavam o cargo. Daí se conclui que presidente dos EUA é uma das profissões mais perigosas do mundo!
(Eu achei que era a mais perigosa do mundo, até a Mírian me lembrar que entre os papas a taxa de mortalidade no cargo é de 100%…)
Julho de 02006
Dia 22
O Jornal da Band de ontem denunciou que, no TRE de São Paulo, “os magistrados compraram cadeiras que custam 12.796 reais [mais de três anos do salário mínimo da época, que era de R$350,00] cada uma”. A repórter foi até o TRE, mas só foi atendida na rua, pelo interfone. Podiam pelo menos ter convidado a coitada para entrar e sentar.
Dia 19
Eu sou daqueles que ainda não conseguiram entender o que existe de tão espetacular no tal XML. Até admito que ele possa ser bom para algumas aplicações, e talvez até possa ser a melhor opção para um ou outro caso, mas o fato é que se faz barulho demais sobre isso. Diz-se que “este programa usa arquivos XML” como se isso fosse um recurso do programa, uma vantagem para o usuário. Entretanto, o que me parece é que, na maioria dos casos, algum outro formato mais simples, legível e “escrevível” resolveria o problema com bem mais facilidade e eficiência.
Eu tenho usado Lua como formato de dados para a maioria das coisas que tenho feito ultimamente e tenho achado muito mais simples e versátil que XML. Mas, com todo esse alvoroço ao redor da “linguagem extensível”, temo que um dia eu seja obrigado a usar esse formato.
Temo? Na verdade, temia, porque hoje descobri o que fazer quando esse dia chegar:
<?xml version="1.0"?>
<DATA>
Tabela = {
Campo1 = "bla, bla, bla",
Campo2 = 12345678,
Campo3 = false,
Campo4 = { 6, "aaaa", 54.4345, "bla" },
}
Usuario = "Fulano"
function UserFunc(n)
return n*2, n*n
end
</DATA>
Ah! E essa nota aleatória é um oferecimento de “Diluculum, porque Lua e C++ podem viver em harmonia”.
Junho de 02006
Dia 17
Já temos mais de uma semana de Copa jogada. Aí vai minha primeira coleção de Abobrinhas de Copa. Terríveis, terríveis…
- Na estreia do México, Borgetti saiu de campo cansado. Estava na capa da gaita.
- Por falar em México, os mexicanos têm o grito de torcida mais legal da Copa: “México! México! Rá! Rá! Rá!” Quem assistia Chaves sabe como isso é divertido. (Nota cultural: ao que parece, esse grito é muito antigo, talvez mais antigo que o Chaves. Inclusive, há um filme mexicano de 01976 com esse título. Tinha que ver isso uma hora dessas…)
- Itália começou vencendo. Estreiou com Gana.
- Argentina X Sérvia e Montenegro. O treinador argentino tira Lucho González e coloca Cambiasso no seu lugar. Cambiasso marca um gol e colabora para maior goleada da Copa até aqui. Foi uma grande alteração. Um cambiasso, como diriam os argentinos.
Dia 7
Notícia no Jornal de RBS: “Ladrões usam estacionamento para esconder carros roubados.” Mas é claro! Se deixar na rua, periga alguém roubar!