Esta é a seção filosófica e narcisista da página. Contém algumas gotas de sabedoria por mim proferidas durante anos e anos. Não chegam a ser os pensamentos do Lama, mas são do Barros…
O estagiário é um empregado shareware.
LMB, nos primeiros dias de um estágio.
Quando o mundo for perfeito, entraremos em aeroportos e sairemos de ônibus.
LMB, numa época de muitas viagens (aéreas e rodoviárias).
Quando melhorarem o mundo perfeito, entraremos em aeroportos e sairemos de trem.
LMB, vivendo e aprendendo.
Quando existe respeito, as leis são desnecessárias.
LMB, andando por Antônio Prado, uma cidadezinha da serra gaúcha. (Logo na chegada notei uns quantos carros estacionados em locais “estranhos”. Fiquei pensando se eles não estariam em local proibido. Mas o trânsito naquela cidade era tão civilizado que logo percebi que isso não fazia a menor diferença.)
Numa mulher não se bate nem com uma pétala da última flor do Lácio.
LMB, pedindo desculpas a Olavo Bilac.
O ambiente para a fabricação de chips de computador deve ser absolutamente limpo, sem nenhuma partícula de poeira. Qualquer CISC pode colocar todo o processo em RISC.
LMB, mostrando que também entende de microeletrônica.
Como já dizia o cirurgião plástico para sua paciente americana: “Happy new ear!”
LMB, que não para de fazer trocadilhos horríveis nem mesmo na virada de ano.
A pena de morte sempre foi um assunto polêmico. Na França, por exemplo, desde os tempos de Napoleão o uso da guilhotina divide as pessoas.
LMB, sempre atento às questões polêmicas do mundo.
É preciso bater os tênis para não bater as botas.
LMB, que sabe que, em áreas rurais, é comum que pequenos animais peçonhentos se alojem em calçados durante a noite.
O primeiro acorda, o segundo atiça, o terceiro alimenta.
LMB, que, ao andar em fila por trilhas em locais habitados por cobras, sempre procura lembrar do tipo de reação que cada um provoca nos famintos ofídios.
Antes de viajar para um país de língua desconhecida, convém aprender, ao menos, estas seis expressões: “por favor”, “obrigado”, “com licença”, “vaca”, “galinha” e “porco”. As primeiras porque a educação abre portas. E as últimas porque ficar imitando animais pro garçom é ultrajante.
LMB, o viajante precavido.
Ele é especialista em ordenhadeiras. Tem uma pós-graduação lacto sensu.
LMB, sem respeito nem às línguas mortas.
The Red Book is on the Mesa.
LMB, que conhece um pouco de inglês, português e OpenGL.
O horário nobre está cada dia mais plebeu.
LMB, assistindo televisão.
O Veranico de Maio não existe. O que existe é o Invernico de Abril.
LMB, receoso que poucos não-gaúchos vão entender essa.
Os Transformers são inimigos emplacáveis da injustiça.
LMB, que brincava de Transformers quando era criança, mas não viu os filmes.
Os objetivos da vida devem ser vetores, não pontos.
LMB, que acha que descobriu um jeito de evitar (algumas) frustrações a longo prazo.
Elogios fazem bem ao ego e mal à coluna.
LMB, em mais um espasmo de filosofia barata.