Eu acho que não posso ter um blog de verdade. Não ia dar certo. Mas, ocasionalmente, eu também tenho comentários pertinentes sobre coisas aleatórias. Então, cá estou, sete de junho de 02006, 19h 21min, cheio de coisas para fazer, mas perdendo um tempo para escrever estas linhas.
Eis, pois, minha página com comentários, opiniões, notas e observações esporádicas sobre assuntos diversos.
Dia 22
O Jornal da Band de ontem denunciou
que, no TRE de São Paulo, "os magistrados compraram
cadeiras que custam R$ 12.796 reais cada uma". A repórter
foi até o TRE, mas só foi atendida na rua, pelo
interfone. Podiam pelo menos ter convidado a coitada para entrar
e sentar.
Dia 19
Eu sou daqueles que ainda não conseguiram entender o
que existe de tão espetacular no tal XML. Até
admito que ele possa ser bom para algumas
aplicações, e talvez até possa ser a melhor
opção para um ou outro caso, mas o fato é
que se faz barulho demais sobre isso. Diz-se que "este programa
usa arquivos XML" como se isso fosse um recurso do programa, uma
vantagem para o usuário. Entretanto, o que me parece
é que, na maioria dos casos, algum outro formato mais
simples, legível e "escrevível" resolveria o
problema com bem mais facilidade e eficiência.
Eu tenho usado Lua como formato de dados para a maioria das coisas que tenho feito ultimamente e tenho achado muito mais simples e versátil que XML. Mas, com todo esse alvoroço ao redor da "linguagem extensível", temo que um dia eu seja obrigado a usar esse formato.
Temo? Na verdade, temia, porque hoje descobri o que fazer quando esse dia chegar:
<?xml version="1.0"?>
<DATA>
Tabela = {
Campo1 = "bla, bla, bla",
Campo2 = 12345678,
Campo3 = false,
Campo4 = { 6, "aaaa", 54.4345, "bla" },
}
Usuario = "Fulano"
function UserFunc(n)
return n*2, n*n
end
</DATA>
Ah! E essa nota aleatória é um oferecimento de "Diluculum, porque Lua e C++ podem viver em harmonia".
Dia 17
Já temos mais de uma semana de Copa jogada. Aí
vai minha primeira coleção de Abobrinhas de
Copa. Terríveis, terríveis...
Dia 7
Notícia no Jornal de RBS: "Ladrões usam
estacionamento para esconder carros roubados." Mas é
claro! Se deixar na rua, periga alguém roubar!